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A Sabedoria de Como Espalhar Uma Epidemia

Posted on 11 maio 2010 by admin

Neste instigante capítulo, Neil começa encorajando seus leitores a se envolver com a tarefa de buscar os perdidos. Citando Mt 10.16, anima-nos a ousar confiando que apesar de sermos “ovelhas” enviadas para o meio de “lobos”, a presença do Pastor nos trará confiança. “Como discípulos de Cristo, deixemos de ser presas fáceis para nos tornar membros valiosos de uma equipe de busca de resgate”. A diferença, portanto, não está na ovelha, está no Pastor.

Em seguida o autor explana sobre o plano de Jesus para espalhar o reino, baseado em Mateus 10 e Lucas 10. São eles:

1. Prática da oração – Em ambos os ensinos Jesus inicia com as palavras: “A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara”. “Esse é o primeiro passo para iniciar igrejas que se reproduzem”, assegura o autor.

2. Grupos específicos de pessoas – Jesus instruiu seu discípulos a perceberem seus oikos receptivos, as “ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 10.5). “O plano de Jesus é que identifiquemos um grupo de pessoas em meio ao qual não haja um testemunho vital do Reino. Injetemos o vírus do Reino na escuridão, e a igreja nasce lá por meio de vidas transformadas”.

3. Poder da presença – Aqui o autor destaca a autoridade que os discípulos teriam para manifestarem os sinais do Reino (Mt 10.7,8). A presença dos discípulos traria luz ao mundo e provocaria sede de Deus. A própria seara proveria os recursos de que eles precisariam (Lc 10.4-7). Como a “seara é grande”, podemos encontrar grande abundância de recursos para a colheita. Essa é a forma de vermos a declaração “a seara é grande” como uma ótima notícia! Toda a provisão (finanças, lugares e futuros líderes) está na seara!

4. Pessoas de paz – Jesus instrui seus discípulos a procurarem pessoas que fossem receptivas à mensagem de paz (Lc 10.6,7). Três coisas caracterizam as pessoas de paz: (1) São receptivas; (2) Têm conexões relacionais; (3)São pessoas de reputação. Essas pessoas-chave são catalisadores para uma igreja dinâmica quando dão testemunho de transformação. Encontramos vários exemplos dessas pessoas que são a “primeira peça do dominó”: Lídia, a mulher samaritana, Cornélio, o gadareno.

5. Pessoas com propósitos – Quando uma igreja começa com a colheita, a colheita se torna o propósito de cada pessoa alcançada. Se a igreja não recebe uma forte dose de missão já no início, fatalmente ela sofrerá de “koinonite”. Vale a pena transcrever as palavras de Neil sobre esse assunto:

“Igrejas que começam dessa maneira não podem ser impedidas pelo cristianismo cultural, porque são nascidas da safra. Há uma pureza simples nelas que não tem o estigma da cristandade estruturada e estabelecida. Essas pessoas aprendem a como alcançar seus amigos desde o início e não conhecem nada além de seguir a Jesus e esperar que ele salve suas famílias, amigos e finalmente suas nações. Eles se tornam pessoas com propósitos, uma família espiritual chamada por Deus e missão”.

O autor, então, traça alguns contrastes entre o que chama de “abordagem tradicional” com o plano de Jesus. De forma bem dinâmica ele descreve como isso pode ocorrer e então cita alguns exemplos. Vale a pena conferir no livro. Mas deixo aqui um trechinho onde ele fala sobra a abordagem tradicional (muito engraçado!):

“Uma vez, li uma charge de um senhor idoso explicando evangelismo a um jovem casal. Ele dizia: ‘Quando eu era criança, costumávamos correr para a porta de um vizinho, tocar a campainha e fugir correndo. Agora chamamos isso de visitação’”!

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