Archive | julho, 2011

Vencendo Impedimentos à Palavra

Posted on 26 julho 2011 by admin

Fomos gerados pelo poder da Palavra (Tiago 1.18). A Palavra de Deus é a fonte geradora de vida. Nessa mensagem você vai aprender sobre o poder que a Palavra de Deus tem em nossas vidas e quais as atitudes que impedem o Seu efeito  em nossos corações.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Download

Mais pregaçõe…

Comments (0)

Congresso de Jovens (fotos)

Posted on 19 julho 2011 by admin

Curti as fotos que tiraram de mim. A barba é provisória. Apenas para assimilar a maturidade que chegou: 37 anos! Quero manter um corpo jovem (até onde der rs!), cabeça de adulto e espírito de criança.

 

 

Comments (0)

A Atualidade da Palavra de Deus

Posted on 18 julho 2011 by admin

A Palavra de Deus é ATUAL e ABRANGENTE. Isso significa que, além de permanecer por todas as eras, ela se aplica a todas as situações: “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Isaías 40:8).

Achei muito interessamnte esse artigo do Max Gehringer. Leia, aprenda e tire suas conclusões:

 

 

Comments (0)

O Exército do Senhor

Posted on 12 julho 2011 by admin

Introdução

No livro de Números vemos Deus organizando o povo de Israel (pondo ordem no exército).
Como igreja, precisamos nos perceber como povo de Deus, organizado, marchando sincronizado. Cada um de nós deve estar consciente das seguintes verdades: Continue Reading

Comments (0)

Neoliberalismo e Igreja

Posted on 02 julho 2011 by admin

Gostaria de abordar algumas dimensões da configuração do discurso neoliberal no campo eclesiástico, ou seja, como se constrói esta retórica em torno desse aspecto.

Neste breve artigo, tentarei responder a seguinte questão: Como o liberalismo econômico modela a nossa forma de pensar e projetar a igreja?

O modelo econômico neoliberal  mais aceito na atualidade, sobretudo, nos países capitalistas, caracteriza-se por ser um conjunto de ideias que defende a não participação do Estado na economia, promovendo assim o livre mercado e a competitividade . Para os neoliberais, o mercado deve ter autonomia para se autorregular, o que garantiria o crescimento econômico do país. Assim o desenvolvimento de cada um é atribuído à meritocracia. Quanto menos intervenção do Estado, mais liberdade e possibilidade de crescimento econômico. Para os defensores desse modelo econômico,  a sociedade seria protegida contra regimes totalitários como o da Alemanha Nazista e o da União Soviética Comunista (saiba mais).

O pensamento neoliberal ganhou força ideológica com a crise estrutural do regime de acumulação fordista, constituindo-se no modelo que serviria de base para todos os campos da sociedade: a política (globalização), a economia (livre mercado), a educação etc. Contudo, como a igreja está inserida num contexto social da época e também exerce papeis sociais, muitas de suas atitudes e até de sua teologia são construídas com base no pensamento hegemônico vigente.

Com essa introdução, gostaria de traçar alguns aspectos do evangelicalismo brasileiro do ponto de vista da compreensão neoliberal. Não quero com este artigo emitir qualquer juízo de valor sobre esse modelo econômico, mas apenas identificar alguns comportamentos parecidos no seio da igreja institucional :

De acordo com essa perspectiva, a razão da falta de crescimento de algumas igrejas tem como motivo uma crise de eficiência que abateu a sua produtividade. A explosão de literatura, conferências e seminários que têm como temática a questão gerencial, ou seja, a produção de “líderes-gerentes”, demonstra como estamos preocupados em produzir mais administradores do que obreiros vocacionados. Parece que aos poucos temos deixado a compreensão de ministério como chamado divino (Rm 1.1) para assumi-lo como uma questão de treinamento e aperfeiçoamento humanos. Hoje, tristemente presenciamos uma lamentável realidade de obreiros que ocupam funções ministeriais sem que tenham nascido de novo simplesmente pelo fato de serem “capazes”. Não que obreiros bem treinados não sejam importantes, são absolutamente essenciais! Mas não podemos ser pragmáticos ao ponto de substituir princípios por métodos, estando confortáveis com a ideia de que os fins justificam os meios. Precisamos ser menos mecânicos e mais orgânicos!

Para os defensores desse sistema “tecnocrata”, a igreja não passa por uma crise teológica e nem de caráter cristão, mas apenas gerencial que pode ser resolvida adotando um sistema de governo, uma estratégia de ministério ou modelo de liderança. Segundo essa linha de raciocínio, dando melhores ferramentas de ministério e equipando mais os líderes, aumenta-se a qualidade de serviços prestados à massa de “consumidores espirituais”. Sendo assim, alavancar a igreja pressupõe um enorme desafio gerencial, agora guiado pelo conceito de qualidade total. Assim vão surgindo os ministros por profissão é não por vocação, usando uma linguagem weberiana.

Ministério próspero, de acordo com essa mentalidade, significa atender de forma mais efetiva às demandas desse mercado cada vez mais exigente. Atualizar-se ministerialmente, portanto, não denota entender melhor às necessidades do homem contemporâneo, mas aprimorar as técnicas gerenciais. Um pastor com MBA é bem mais aceito do que um que é “apenas” batizado no Espírito Santo!

A meritocracia, baseada na premiação ou punição pelo merecimento individual, colocou até mesmo o ministério pastoral como recompensa pela produtividade. Esse fator determina qual posição o indivíduo ocupará na cadeia hierárquica ministerial, lembrando uma espécie de “Darwinismo eclesiástico”, onde só os mais fortes e prodigiosamente produtivos sobrevivem. Essa ideia associou-se logo ao sucesso ministerial. “Frutos numéricos” é um indicador importante, porém não único! Quem foi que disse que um verdadeiro pastor ou apóstolo se faz só pelo número de pessoas que assiste às suas reuniões públicas?

A ideia de que o mercado se autorregula sem intervenção estatal, serve de base para um monte de “igrejas” avulsas, sem qualquer herança reformada e identidade ministerial. O princípio do mercado livre parece servir de base para um comportamento ministerial independente e sem qualquer coerência ética. Com a desculpa de que “só prestamos contas a Deus”, vamos dando base para uma multidão de comportamentos inconsequentes e rebeldes. O dom ou ministério passa a assumir um caráter de propriedade privada com direito até a patente! Surge uma geração de cristãos órfãos ministerialmente, orfandade que acaba refletindo numa delinquência que se expressa nas atitudes as mais desleais imaginadas.

A estratégia da mentalidade neoliberal consiste em transferir o ministério da esfera divina, espiritual, vocacional para a esfera de mercado. Os princípios norteadores de um mercado capitalista tornam-se a cartilha dos ministros do Evangelho na visão mercadológica. É o mercado de trabalho que emite os sinais que permitem orientar as decisões em matéria de igreja.

O neoliberalismo formula um conceito específico de qualidade decorrente das práticas empresariais e é transferido, sem mediações, para o campo eclesiástico. Dessa maneira as igrejas devem ser avaliadas e pensadas como se fossem empresas produtivas. Produz-se nelas um tipo específico de mercadoria: as bênçãos. Consequentemente suas práticas devem ser submetidas aos mesmos critérios que se aplicam em toda empresa dinâmica e eficiente. Se os sistemas de Total Qualit Control (TQC) têm demonstrado um êxito comprovado no mundo dos negócios, deverão produzir os mesmos efeitos no campo ministerial.

Quando me refiro que a visão neoliberal pressupõe que a igreja deve estar subordinada às necessidades do mercado de trabalho, estou me referindo a uma questão muito específica:  a mentalidade de que a igreja se ajuste às demandas do mundo dos empregos. Como quase tudo hoje gira e torno do emprego, e isso é uma herança do industrialismo, então a igreja, assim como a escola e outras instituições no Estado, teria a tarefa de produzir mão-de-obra para a fábrica. Vemos isto de forma muito evidente nas inúmeras “campanhas” e “correntes” para conseguir trabalho.

Continuação >>

Mais artigos

Comments (0)

Advertise Here
Advertise Here