Archive | março, 2010

Por Que a Páscoa é importante Para Nós?

Posted on 31 março 2010 by admin


1. Porque estamos espiritualmente ligados com Israel

Romanos 11:17  “Se, porém, alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado em meio deles e te tornaste participante da raiz e da seiva da oliveira”

Efésios 2.12,13:  “Naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo”.

2. Porque é parte do plano da salvação para nós

Se não fosse a páscoa, os judeus teriam morrido como escravos no Egito. Jesus poderia não ter nascido e, assim, não haveria salvação para nós. Nosso fim seria o inferno!

3. Porque Deus estabeleceu a páscoa para ser uma celebração de Jesus

1 Coríntios 5:7b: “…Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado”.

João 1:29: “No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”

Deus poderia ter feito Jesus morrer em qualquer época do ano, mas preferiu que Jesus morresse na páscoa. Através da páscoa podemos aprender o que foi realizado através da morte de Jesus.

A Páscoa é totalmente a respeito de Jesus:

  • Ele veio como cordeiro de Deus
  • O seu sangue nos redimiu
  • Por sua morte o juízo de Deus foi desviado de nós e o poder do inimigo foi quebrado
  • Fomos libertos da escravidão e da opressão
  • Fomos libertos para participar da promessa de Deus

A mensagem central da páscoa é: “sou remido pelo sangue do Cordeiro e estou fora das mãos do inimigo”!

Páscoa é uma celebração da libertação.

Fonte: “Ciclos de Deus”. Robert D. Heidler, Editora Ágape Reconciliação

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Por Que Celebrar a Páscoa?

Posted on 30 março 2010 by admin

Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no mês primeiro, dizendo: Celebrem os filhos de Israel a Páscoa a seu tempo. No dia catorze deste mês, ao crepúsculo da tarde, a seu tempo a celebrareis; segundo todos os seus estatutos e segundo todos os seus ritos, a celebrareis. Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa. Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês primeiro, ao crepúsculo da tarde, no deserto do Sinai; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel. Houve alguns que se acharam imundos por terem tocado o cadáver de um homem, de maneira que não puderam celebrar a Páscoa naquele dia; por isso, chegando-se perante Moisés e Arão, disseram-lhes: Estamos imundos por termos tocado o cadáver de um homem; por que havemos de ser privados de apresentar a oferta do SENHOR, a seu tempo, no meio dos filhos de Israel? Respondeu-lhes Moisés: Esperai, e ouvirei o que o SENHOR vos ordenará. Então, disse o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós ou entre as vossas gerações achar-se imundo por causa de um morto ou se achar em jornada longe de vós, contudo, ainda celebrará a Páscoa ao SENHOR.  No mês segundo, no dia catorze, no crepúsculo da tarde, a celebrarão; com pães asmos e ervas amargas a comerão. Dela nada deixarão até à manhã e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da Páscoa, a celebrarão. Porém, se um homem achar-se limpo, e não estiver de caminho, e deixar de celebrar a Páscoa, essa alma será eliminada do seu povo, porquanto não apresentou a oferta do SENHOR, a seu tempo; tal homem levará sobre si o seu pecado. Se um estrangeiro habitar entre vós e também celebrar a Páscoa ao SENHOR, segundo o estatuto da Páscoa e segundo o seu rito, assim a celebrará; um só estatuto haverá para vós outros, tanto para o estrangeiro como para o natural da terra (Êxodo 9. 1-14)

A cada ano Deus estabeleceu tempos em que Ele vem sobre o seu povo quebrando a opressão do inimigo e liberando Suas bênçãos. Cada festa bíblica é denominada de “tempo de encontro” com Deus (Êxodo 23.14-17). Esses tempos de encontro são descritos como Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. Cada festa tem um foco específico e tem o propósito de realizar algumas transações espirituais em nossas vidas e nos levar a uma experiência de avivamento.

As Festas do Senhor são eternos tempos designados, revelando em detalhe seu grandioso plano de salvação para a humanidade através de Jesus, o Messias. Começam com a Páscoa, quando Ele morreu como Cordeiro de Deus para tirar o pecado do mundo, e terminam com a Festa dos Tabernáculos, que é a Festa do Seu retorno a Jerusalém como Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Uma rica herança se perdeu quando a Igreja cristã no segundo século começou a cortar a conexão com o povo judeu e, eventualmente, parou a celebração das Festas do Senhor. Jesus disse à mulher samaritana: Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus” (Jo 4:22). Vivemos agora nos tempos da restauração que precede o regresso do Messias. Celebrar as Festas Bíblicas é parte dessa restauração para nos prepararmos para Sua vinda.

A páscoa representa a remissão dos pecados e a purificação da impureza, que são sempre os primeiros passos para nos aproximarmos de Deus.

No Antigo Testamento, a palavra “heorte” significa “festa” ou dia especial”. Mas também são usadas outras palavras como “mô-ed” que significa “um tempo determinado para algum propósito”. Essa palavra expressa uma ocasião estabelecida por Deus para um encontro com Ele. Outra palavra é “hag”, que é derivada do verbo “dançar” e significa “uma ocasião de alegria e satisfação”. As festas do Senhor são ocasiões para o Seu povo alegra-se, regozijar-se em Sua presença!

Então, três palavras são usadas para descrever as Festas do Senhor. São elas:

  • Moed – compromissos, tempo fixo, ciclo, ou a assembléia
  • miqra – convocação ou ensaio
  • chag – festa, mover-se num círculo, dança, celebração, regozijo

As Festa do Senhor são, em outras palavras,

  • reuniões sagradas ou convocações,
  • tempos fixos, designados
  • quando ensaiamos e
  • celebramos a salvação de Deus através do Messias,
  • tanto o que Ele fez como o que Ele fará. T

As Festas de Yahweh, ou dias de assembléia solene, nos ensinam sobre a natureza de Deus e Seu plano para a humanidade. No Novo Testamento há uma passagem a respeito desses dias.

“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo”. (Cl 2:16-17)!

As “festas” não são a meta final da fé e devemos evitar o legalismo. Ainda assim, elas conservam algumas lições profundas para os filhos de Deus. As festas não são práticas obsoletas de fé, mas são na realidade sombras genuínas ou modelos da Verdade de Deus. Isto é algo que precisa ser explorado de maneira positiva, e não ter o velho espírito implicante, dizendo: “você está nos pondo sob a lei, outra vez”

Em 1Coríntios 5.7-8, Paulo encoraja a igreja, na maioria composta por gentios, a entrar na celebração da páscoa com o coração correto. “Cristo, nosso cordeiro pascal, foi sacrificado, por isso celebremos a festa…”

Na igreja primitiva a páscoa era considerada a celebração mais importante. A “última Ceia” era a celebração da páscoa!

A páscoa é a celebração do amor e do poder de Deus em libertar o seu povo das mãos do inimigo.

Não comemora apenas a provisão divina ao livrar os primogênitos israelitas da décima praga, mas enfatiza o fato de que cada um de nós pode ser liberto dos egitos pessoais que aprisionam nossa alma para experimentar o melhor de Deus.

A páscoa e uma estação de Deus para abençoar seu povo, então e uma estação para nos nos posicionarmos para recebermos o que ele tem de melhor para nos neste tempo especifico.

Cada época Deus criou meios para que seu povo viva em profunda benção e esteja suprido e guardado por ele, mas precisamos guardar seus padrões e obedece-los para que não sejamos visitados pelo mal.

Deus estabeleceu a Páscoa como sinal de libertação do Egito e nossa redenção no cordeiro pascoal. ( Ex.12).

A páscoa é  marcada por varias bênçãos que a acompanha quando seguimos a direção de Deus.

CONTINUA…

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“Coelhinho da páscoa, o que trazes pra mim…”!!

Posted on 29 março 2010 by admin

Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Antes, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e NÃO um coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou novamente, o planeta Vênus). É uma Deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

FONTE: WIKIPÉDIA

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Reparos no blog!!

Posted on 29 março 2010 by admin

Tive um probleminha no blog, mas estou tentando reestruturar tudo. Infelizmente parece que as fotos se perderam. Todo o conteúdo está preservado. Brevemente estará tudo no lugar novamente. Até!

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Um Reino Encantado Com Sementes Mágicas, Árvores De Crescimento Rápido E Uma Linda Noiva Para Ser Resgatada

Posted on 22 março 2010 by admin

Neste capítulo Neil demonstra o perigo de querermos assumir o controle do crescimento da igreja, usando programas e estratégias para acelerá-lo. Deus é o dono da obra e somente Ele pode fazer a semente brotar e gerar frutos multiplicadores.

Em Marcos 4.26-29, Jesus conta a segunda parábola acerca do Reino de Deus Continue Reading

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O Perigo Da Rebeldia!

Posted on 18 março 2010 by admin

Irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo proferiu anteriormente por boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus, porque ele era contado entre nós e teve parte neste ministério. (Ora, este homem adquiriu um campo com o preço da iniqüidade; e, precipitando-se, rompeu-se pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram; e isto chegou ao conhecimento de todos os habitantes de Jerusalém, de maneira que em sua própria língua esse campo era chamado Aceldama, isto é, Campo de Sangue.) Porque está escrito no Livro dos Salmos: Fique deserta a sua morada; e não haja quem nela habite; e: Tome outro o seu encargo. (Atos 1.16-20)

INTRODUÇÃO

Todos conhecemos a história de Judas Iscariotes. Um dos doze apóstolos que traiu Jesus vendendo-O por trinta moedas de prata. O trágico fim desse homem aponta para onde a rebeldia e a traição leva aqueles que se deixam levar pelas mesmas atitudes dele. Continue Reading

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Entrevista concedida a Pastor de El Salvador

Posted on 17 março 2010 by admin

Nesses dias prestei alguns depoimentos a um blog bem interessante de um pastor de El Salvador que trabalha no modelo da Igreja Elim e do pr. Cho, é o pastor Henry Preza. Deixo claro que minhas respostas são as “minhas” percepções acerca dos assuntos abordados. Creio que vale a pena conferir. CLIQUE AQUI.

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Ministério de Apoio a Pastores e Igrejas

Posted on 16 março 2010 by admin

Existe um site muito valioso para ajudar pastores e líderes que desejam desenvolver seus ministério de maneira saudável e eficaz. É o MAPI – Ministério de Apoio a Pastores e Igrejas. Quando entrar, clique em “pastoreio de pastores”. Lá você vai explorar um universo de recursos para desenvolvimento da liderança. Eu deixei o link na barra ao lado, mas você pode acessar AQUI. Recomendo fortemente o livro: O LÍDER QUE BRILHA, de David Kornifield, reconhecido desenvolvedor de líderes. Lí o livro e achei MARAVILHOSO! O livro e o site “Mapi” trabalham paralelamente. Se você deseja adquirir o livro, clique AQUI. Garanto que você não vai se arrepender e fará um valioso investimento para seu ministério!

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Devocional do Líder de Célula

Posted on 14 março 2010 by admin



Dia 31

“Então, ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer. E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si. Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios” (Mc 3.16-19)

O que Deus me falou

Devo está preparado para as oposições. Muitas vezes vêm de dentro (“parentes”) e de fora (“escribas”). Jesus, por ter convicção de Sua missão, não se deixava abater pelas críticas e acusações. Ele sabia qual a Sua natureza e propósito (consciência de missão).

Caráter de Deus (Quem é Deus)

Amor ao perdido. Jesus demonstrava tanto amor ao perdido que não se deixava levar pelas críticas.

Promessa

Encher a “casa”. Na casa Deus vai prosperar o meu ministério!

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

• Não sair da casa por causa de críticas

• Estar preparado para, se for necessário, abrir mão de direitos legítimos como “privacidade e “fome” para atender a multidão

• Não enfatizar e nem me deixar levar por críticas

O que eu devo fazer (praticar)

• Manter a consciência da natureza do meu chamado e me fortalecer em Deus.

• Permanecer na “casa”, enfatizando o ministério nas casas

• Meditar na Palavra para gerar essa identidade

Desafios para o ministério

• Uma igreja com ênfase no ministério nas casas. Para lá afluirão as multidões

• A mentalidade de programas (“escribas”) e até os nossos próprios “parentes” (irmãos na fé) podem nos criticar, mas o Senhor nos respaldará.


Dia 30

“Eis os doze que designou: Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer: filhos do trovão; André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi quem o traiu” (Mc 3.16-19)

O que Deus me falou

O padrão divino é escolher pessoas desqualificadas e qualificá-las através do discipulado e do poder do Espírito Santo: 1Co 1.26-31. Jesus escolheu aqueles homens cheios de limitações, mas sem estruturas religiosas e os ensinou os valores do Reino. Jesus não olhou para eles de acordo com o que eles eram, mas de acordo com o que eles poderiam ser. Se Jesus aceitou homens tão desqualificados, quem sou eu para querer começar com pessoas perfeitas? (e sendo eu também desqualificado!).

Caráter de Deus (quem é Deus)

Soberano; amoroso; longânimo. Um Deus que investe em minha vida a despeito das minhas limitações.

Promessas

Se Jesus pôde transformar pessoas tão desqualificadas, Ele pode me transformar também. Ele também transformará os que estão comigo.

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

Parar de olhar para as pessoas com os meus olhos e passar a olhá-las com os olhos de Jesus.

O que eu devo fazer (praticar)

• Aqueles a quem Jesus trocou os nomes se tornaram os melhores. Deixar Deus mudar a minha natureza.

• Trabalhar na deficiência dos meus discípulos e ter fé na obra do Espírito Santo em suas vidas.

Desafios para o ministério

Não buscar gente pronta e cheia de estruturas religiosas. Ir atrás de pessoas “desqualificadas” para que a glória seja de Deus! Assim como Jesus imprimiu a Sua marca naqueles homens, Deus nos dará pessoas que serão marcadas com a mesma unção e identidade ministerial que temos.



Dia 29

“Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar e a exercer a autoridade de expelir demônios”. (Mc 3.14,15)

O que Deus me falou

• Quem não está disposto a “estar comigo” não pode ser “enviado por mim”.

• Os doze beberam do espírito de Jesus e puderam mover-se na mesma unção dEle.

• O meu primeiro chamado é “estar com Jesus” e o segundo é “ser enviado por Ele”.

• Que privilégio maravilhoso é ser chamado/escolhido para andar com Jesus!!

Caráter de Deus

• Soberania

• Relacionamento

• Autoridade

Promessa

Deus vai me dar os meus doze; pessoas dispostas a andar comigo.

Condição – pecados atitudes a abandonar

Não me preocupar porque os meus discípulos naturalmente me seguirão. Jesus não precisou convencer ninguém, eu também não preciso. Aqueles que o Pai me deu estarão juntos.

O que eu devo fazer

Perceber quem está disposto a estar comigo

Confiar que Deus mandará as pessoas certas para cumprir o propósito

Enviar meus discípulos a pregar e a “exercer a autoridade de expelir demônios”

Desafios para o ministério

• Uma igreja de pessoas chamadas para estar juntas, com consciência de missão e que se sujetam ao discipulado;

• Uma igreja que produz um modelo estabelecido por Jesus de: (a) orar e buscar a direção do Pai; (b) intimidade com Jesus; (c) chamar discípulos; (d) enviar discípulos.

Dia 28

“Depois, subiu ao monte e chamou os que ele mesmo quis, e vieram para junto dele ”. (Mc 3.13)

O que Deus me falou

O chamado é um ato da soberania divina: “os que ele mesmo quis”. Eu sou chamado pela vontade de Deus para estar “junto dele”. Esse é o meu primeiro chamado: estar com Jesus. Preciso me ver como alguém chamado, escolhido. Isso é um privilégio, porque no meio de uma multidão, o mestre me escolheu. O discipulado não pode ser visto apenas no âmbito ministerial, mas pessoal.

Caráter de Deus (quem é Deus)

Soberano; Senhor; Sabedoria; um Deus que chama homens para se relacionar com Ele intimamente.

Promessa

O Senhor me dá discípulos que estarão junto comigo e me seguirão.

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

• Rejeição: preciso me var mais como alguém chamado e não abrir mão desse critério nos meus discípulos;

• Se Deus me chamou, não há o que temer;

• Ser um modelo para os meus discípulos.

O que eu devo fazer (praticar)

“Subir ao monte” – buscar mais direção, orientação divina em oração e intimidade com o Pai. Deus me mostrará o que fazer.

Desafios para o ministério

• Uma igreja onde os discípulos têm consciência do seu chamado divino;

• Uma igreja onde as pessoas queiram estar mais perto de Jesus;

• Uma igreja de líderes discipuladores, onde cada um está ligado pela paternidade a um discipulador.


Dia 27

“Pois curava a muitos, de modo que todos os que padeciam de qualquer enfermidade se arrojavam a ele para o tocar. Também os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele e exclamavam: Tu és o Filho de Deus! Mas Jesus lhes advertia severamente que o não expusessem à publicidade”. (Mc 3.10-12)

O que Deus me falou

A fonte da minha autoridade não é a publicidade, mas a minha condição de filhos de Deus. A publicidade pode até me fazer conhecido entre os homens, mas é o meu relacionamento de filho que me tornará conhecido pelo inferno. Não podemos compensar a falta de autoridade espiritual na igreja com recursos humanos/ carnais (publicidade).

Caráter de Deus

Meu Pai; Senhor de todos; Poder e autoridade.

Promessa

Autoridade de filho; As pessoas me procurarão (“se arrojam”).

Condição – pecados/atitudes a abandonar

Resistir à tentação de me expor desnecessariamente à publicidade.

O que eu devo fazer (praticar)

Cultivar/investir no meu relacionamento com o Pai; Confiar que Deus mesmo é o meu promotor; investir em relacionamentos redentivos.

Desafios para o ministério

Uma igreja que cresce não por causa dos recursos humanos, mas porque cada um está consciente da sua autoridade em Deus por causa da sua posição de filho; uma igreja de filhos influenciadores, que onde estão são canais do toque sarador e libertador divino.


Dia 26

“Retirou-se Jesus com os seus discípulos para os lados do mar. Seguia-o da Galiléia uma grande multidão. Também da Judéia, de Jerusalém, da Iduméia, dalém do Jordão e dos arredores de Tiro e de Sidom uma grande multidão, sabendo quantas coisas Jesus fazia, veio ter com ele. Então, recomendou a seus discípulos que sempre lhe tivessem pronto um barquinho, por causa da multidão, a fim de não o comprimirem”. (Mc 3.7-9)

O que Deus me falou

• A multidão seguia Jesus por causa das “coisas que ele fazia”, mas os discípulos O seguiam por quem Ele era: O Filho de Deus!

• Devo ministrar às multidões, mas preciso investir a minha vida nos discípulos. São ele que darão continuidade à minha obra.

• Jesus tinha um povo que O acompanhava por onde quer que Ele ia e Ele ministrava nos lugares mais inusitados (“um barquinho”). A falta de um lugar físico não era impedimento para desenvolvimento do seu ministério.

Caráter de Deus (quem é Deus)

Um Deus transcendente; Ele atua independente do lugar.

Promessa

Deus me dará “uma multidão” que me seguirá independente de “onde” eu estiver e me dará discípulos que estarão comigo porque me amam e querem ser como eu.

Condições – pecados/ atitudes a abandonar

• Falta de propósito na missão. Devo direcionar a minha vida para o que Deus me chamou

• Ter cuidado para não ser “comprimido” pelas demandas da multidão e esquecer do “barquinho” (grupo pequeno)

O que eu devo fazer (praticar)

Obedecer a Deus. Ir para onde Ele me mandar porque Ele enviará pessoas para estar comigo.

Desafios para o ministério

• Um ministério que toca multidões, mas que não se esquece do “barquinho” do grupo pequeno

• Um ministério que não dependa de um lugar físico, mas as pessoas serão naturalmente atraídas pelo que Jesus está fazendo no meio de nós

• Assim como Jesus, saberei estar com a multidão, mas saberei a hora de entrar no barquinho e navegar nas águas do Espírito

• É no barquinho (célula) que a multiplicação ocorre (exemplo da pesca maravilhosa).

Dia 25

“Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio. Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada. Retirando-se os fariseus, conspiravam logo com os herodianos, contra ele, em como lhe tirariam a vida”. (Mc 3.1-3)

O que Deus me falou

“Indignado e condoído pela dureza do seu coração”. Não havia indiferença em Jesus. Todo o Seu ser se envolvia. Sentia indignação com a religiosidade e dureza de coração das pessoas, mas também compaixão por suas necessidades. Deve haver no meu coração a mesma coisa que houve no coração de Jesus.

Caráter de Deus (quem é Deus)

Deus sara as enfermidades. Deus tem o poder e a autoridade sobre os homens e sobre os demônios.

Promessa

Não temer “conspiração” porque Ele me guarda para o propósito!

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

Medo de crítica. Jesus olhou ao redor e não se intimidou. Desafiou seus críticos com uma pergunta e curou o homem diante deles. Para que temer se estou fazendo o que Deus quer?

O que eu devo fazer

“Ver”; “sentir” e “falar”diferente. “ver” – olhando ao redor (perceber necessidades); “sentir”- indignado e condoído (amar as pessoas); “falar” – “disse ao homem”! (falar a Palavra/ pregar).

Desafios para o ministério

• Uma igreja que não se intimida face às críticas, mas mantém os olhos na missão de buscar e salvar o perdido e restaurar-lhe.

• Uma igreja de fé, que opera com milagres e onde o poder de Deus se manifesta restaurando a alma e curando o corpo.


Dia 24

De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos. E estavam observando a Jesus para ver se o curaria em dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão ressequida: Vem para o meio!”. (Mc 3.1-3)

O que Deus me falou

• Preciso expor as áreas “ressequidas” da minha vida. As faltas de curas afetam o meu desempenho. Meu crescimento é proporcional ao nível de cura e libertação.

• Tudo o que está deficiente em minha vida deve ser submetido a Jesus. E só há uma forma de ser curado: expondo-me (“vem para o meio”).

• O espírito religioso mais uma vez quer trazer conformismo.

• Deus está curando o braço dos grupos pequenos na Sua igreja.

• O espírito que agia nos fariseus diz que podemos estar na igreja feridos e limitados, mas Deus me restaura para operar com o braço da celebração e das células.

Caráter de Deus (Quem é Deus)

Yahweh Rafah. Deus está interessado em restaurar as minhas áreas de deficiência.

Promessas

Minha fé é restaurada para grandes conquistas.

Condição – pecados/atitudes a abandonar

Conformismo – está bom assim!”. O bom é inimigo do melhor!

O que eu devo fazer

• “Vir para o meio”, ou seja, me expor a Deus.

• Romper com o espírito religioso que quer me manter deficiente no ministério.

• Saber que Deus tem muito mais para mim.

Desafios para o ministério

• Restaurar ministérios que estão paralisados.

• A célula é o lugar de restauração. O discipulado é esse lugar de cura.

• Muitas pessoas não percebem que estão paralisadas e doentes por cauda do espírito religioso e do conformismo, mas Deus quer nos usar para restaurar essas vidas por meio do discipulado.

• A mentalidade de programa, manifestada no velho modelo eclesiástico nos “observa”, mas o nosso respaldo está na autoridade e chamado que Jesus nos deu.


Dia 23

“Ora, aconteceu atravessar Jesus, em dia de sábado, as searas, e os discípulos, ao passarem, colhiam espigas. Advertiram-no os fariseus: Vê! Por que fazem o que não é lícito aos sábados? Mas ele lhes respondeu: Nunca lestes o que fez Davi, quando se viu em necessidade e teve fome, ele e os seus companheiros? Como entrou na Casa de Deus, no tempo do sumo sacerdote Abiatar, e comeu os pães da proposição, os quais não é lícito comer, senão aos sacerdotes, e deu também aos que estavam com ele? E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado”. (Mc 2.23-28)

O que Deus me falou

Os campos estão brancos para a colheita. As searas estão prontas para serem colhidas. Por onde eu passar, devo colher espigas (vidas). Todo lugar é uma seara que tem espiga madura para ser colhida. O espírito religioso e a velha estrutura eclesiástica estabelecem dias e lugares para colhermos, mas a colheita é urgente e não pode esperar. Todo dia e em todo lugar existem vidas prontas!

Caráter de Deus

• Deus não se prende a estruturas humanas religiosas.

• Ele é um Deus de liberdade.

• Deus abre a sua casa para que todos os Seus filhos comam do Seu pão.

• Ele é um Deus de provisão e não de condenação.

Promessa

• Se Jesus é Senhor do sábado, Ele também me sujeitou todas as coisas. Ele me dá autoridade e liberdade para fazer a Sua obra.

• Deus me dará “companheiros” que sejam ousados para quebrar paradigmas.

• “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários”

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

• Não ter medo de críticas

• Religiosidade

O que eu devo fazer

• Não perder a oportunidade de colher espigas.

• Os pães da proposição representam a comunhão dos santos. O “partir do pão” gera comunhão e unidade entre os meus “companheiros” para conquistarem. Gerar esses momentos.

Desafios para o ministério

• Uma igreja com consciência da urgência da missão, que não perde tempo com outras prioridades

• Cada discípulo sabe que o lugar onde está é a sua seara (trabalho, família, escola etc.)

• Uma igreja que não se intimida com as críticas do velho sistema eclesiástico, mas têm consciência da autoridade espiritual que foi dada pelo “Filho do Homem” que é Senhor do sábado

• Uma igreja de unidade e comunhão, que sabe o valor do partir o pão da proposição.

Dia 22

Dia 23
“Ora, aconteceu atravessar Jesus, em dia de sábado, as searas, e os discípulos, ao passarem, colhiam espigas. Advertiram-no os fariseus: Vê! Por que fazem o que não é lícito aos sábados? Mas ele lhes respondeu: Nunca lestes o que fez Davi, quando se viu em necessidade e teve fome, ele e os seus companheiros? Como entrou na Casa de Deus, no tempo do sumo sacerdote Abiatar, e comeu os pães da proposição, os quais não é lícito comer, senão aos sacerdotes, e deu também aos que estavam com ele? E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado”. (Mc 2.23-28)
O que Deus me falou
Os campos estão brancos para a colheita. As searas estão prontas para serem colhidas. Por onde eu passar, devo colher espigas (vidas). Todo lugar é uma seara que tem espiga madura para ser colhida. O espírito religioso e a velha estrutura eclesiástica estabelecem dias e lugares para colhermos, mas a colheita é urgente e não pode esperar. Todo dia e em todo lugar existem vidas prontas!
Caráter de Deus
•    Deus não se prende a estruturas humanas religiosas.
•    Ele é um Deus de liberdade.
•    Deus abre a sua casa para que todos os Seus filhos comam do Seu pão.
•    Ele é um Deus de provisão e não de condenação.
Promessa
•    Se Jesus é Senhor do sábado, Ele também me sujeitou todas as coisas. Ele me dá autoridade e liberdade para fazer a Sua obra.
•    Deus me dará “companheiros” que sejam ousados para quebrar paradigmas.
•    “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários”
Condição – pecados/ atitudes a abandonar
•    Não ter medo de críticas
•    Religiosidade
O que eu devo fazer
•    Não perder a oportunidade de colher espigas.
•    Os pães da proposição representam a comunhão dos santos. O “partir do pão” gera comunhão e unidade entre os meus “companheiros” para conquistarem. Gerar esses momentos.
Desafios para o ministério
•    Uma igreja com consciência da urgência da missão, que não perde tempo com outras prioridades
•    Cada discípulo sabe que o lugar onde está é a sua seara (trabalho, família, escola etc.)
•    Uma igreja que não se intimida com as críticas do velho sistema eclesiástico, mas têm consciência da autoridade espiritual que foi dada pelo “Filho do Homem” que é Senhor do sábado
•    Uma igreja de unidade e comunhão, que sabe o valor do partir o pão da proposição.
“Ninguém costura remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo novo tira parte da veste velha, e fica maior a rotura. Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos”.
(Mc 2.21-22)

O que Deus me falou

Não se coloca um elemento novo em um ambiente velho. Aplicar princípios novos numa velha estrutura não funciona e só traz prejuízo para ambos. Deus me diz que preciso renovar a minha mente diariamente para não vir a enrijecer como um odre velho. Preciso identificar onde estão as marcas da “veste velha” (heranças ministeriais que emperram – cobertura) e do “odre velho” (unções passadas).

Caráter de Deus

Ele é um Deus de graça, que renova a sua misericórdia diariamente. Um Deus provedor que me dá o melhor vinho e me aquece com vestes novas.

Promessas

“Eis que faço novas todas as coisas”. “As misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã”. O Senhor promete me dar uma mente renovada para compreender a sua Palavra/ vontade.

Condição – pecados atitudes a abandonar

Deixar de lado (abandonar) a mentalidade de programa. Não permitir que nenhum pecado ou mentalidade escrava tome lugar em minha vida, senão posso ficar enrijecido e com a mente cauterizada.

O que eu devo fazer (praticar)

Orar mais em línguas e expor-me aos princípios renovadores da Palavra de Deus. Renunciar a influência da “veste” e do “odre” velhos.

Desafios para o ministério

Uma igreja que rompe com os velhos padrões e estruturas eclesiásticas. Cada casa, cada família restaurada se torna um ambiente para receber o vinho novo de Deus. A veste nova e o odre novo representam a igreja nas casas.


Dia 21

“Ora, os discípulos de João e os fariseus estavam jejuando. Vieram alguns e lhe perguntaram: Por que motivo jejuam os discípulos de João e os dos fariseus, mas os teus discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem, porventura, jejuar os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Durante o tempo em que estiver presente o noivo, não podem jejuar. Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; e, nesse tempo, jejuarão ”. (Mc 2.18-20)

O que Deus me falou

Cuidado com atitudes e motivações religiosas. Muitas vezes estamos tão presos a mentalidades religiosas que fazemos as coisas desprovidas do seu verdadeiro propósito. O propósito do jejum é quebrantamento e humilhação diante de Deus. É para quebrarmos as amarradas da impiedade na nossa própria vida. Ele não deve se tornar uma atitude religiosa. Às vezes praticamos coisas religiosas só porque os outros fazem (discípulos de João e fariseus) – isso está errado! Quando fazemos isso, acabamos desprezando a presença do Noivo, que é o mais importante. Uma disciplina espiritual (jejum, oração, meditação na Palavra), realizada fora de propósito e do “tempo” acaba se tornando um ato religioso e uma prisão espiritual. Não posso desprezar a presença do Noivo em detrimentos de ritos e tradições religiosas.

Caráter de Deus

• Ele é Noivo que ama a Sua noiva, a igreja.

• Deus não nos aprisiona nem nos escraviza em práticas religiosas, mas dá-nos a liberdade e senso de propósito.

• Deus está mais interessado em que nos relacionemos com Ele do que cumpramos ritos vazios (o jejum sem desejo de relacionamento e de mudança se torna vazio)

Promessa

• Discernimento do tempo para todas as coisas

• Direção

• Liberdade

Condição – pecados/atitudes a abandonar

• Abandonar a religiosidade, o tradicionalismo.

• Preciso romper com as estruturas das tradições humanas, com as bitolas mentais.

• Deixar de fazer as coisas só porque todo mundo faz e começar a fazer por convicção

O que eu devo fazer

• Me alegrar com a presença do Noivo

• Buscar a viver a liberdade do noivo (Cristo)

Desafios para o ministério

• Uma igreja que percebe e se alegra com a presença do Noivo, que não faz as coisas só porque os outros fazem, mas por convicção, por revelação

• Os discípulos de João e os fariseus (igreja de programa) não podem ter influencia sobre nós

• Uma igreja que discerne o “tempo” para todas as coisas, que jejua, mas pelas motivações corretas: quebra do jugo, da impiedade e das influências das bitolas e estruturas mentais.


Dia 20

“Achando-se Jesus à mesa na casa de Levi, estavam juntamente com ele e com seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque estes eram em grande número e também o seguiam. Os escribas dos fariseus, vendo-o comer em companhia dos pecadores e publicanos, perguntavam aos discípulos dele: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores? Tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores ”. (Mc 2.15-17)

O que Deus me falou

• Preciso romper com o modelo tradicional de evangelismo, onde ficamos esperando o pecador chegar;

• Sair do lugar de conforto e me expor, indo até aqueles que precisam de Jesus;

• Jesus foi criticado pelos religiosos. Eu também posso ser criticado pelo modelo de igreja tradicional.

Caráter de Deus

• Compaixão pelo perdido;

• Simplicidade

• Deus perdoa os pecados e cura as feridas da alma

Promessa

Mateus (Levi) é a pessoa-chave (influência) que leva Jesus a muitos outros. Deus me mostrará muitos outros “Levis” que me levarão a outras pessoas.

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

Abandonar a religiosidade. Preciso romper com estruturas e mentalidades que me aprisionam e me impedem de alcançar os “doentes”.

O que eu devo fazer

Sair da minha zona de conforto. Não me deixar levar pelas críticas. Focar nas necessidades dos perdidos e levar o remédio do Evangelho.

Desafios para o ministério

• Uma igreja que rompe com os antigos esquemas de ministério;

• Uma igreja onde cada filho se converte em um evangelista;

• Uma igreja que foca nos pecadores e não se conforma em ver um fora do reino;

• Uma igreja com forte ministério de cura;

• Podemos até ser criticados pela mentalidade de programas, mas nosso papel é levar o remédio da Palavra aonde houver a doença do pecado;

• Uma igreja em células


Dia 19

De novo, saiu Jesus para junto do mar, e toda a multidão vinha ao seu encontro, e ele os ensinava. Quando ia passando, viu a Levi, filho de Alfeu, sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu” (Mc 2.13,14)

O que Deus me falou

• Jesus saiu da multidão para encontrar-se com um único homem. Ele não chamou alguém dentre a multidão, aliás, chamou alguém que nem mesmo O estava seguindo!

• O chamado é pessoal/ individual

• A mentalidade de programa foca só na multidão, mas Jesus quer nos enviar pessoalmente ao pecado. Mateus estava em seu lugar de trabalho, mas Jesus foi até lá buscá-lo

Caráter de Deus

Um Deus pessoal! Ele conhece cada um de nós e nos chama para segui-lo e relacionar-nos com Ele; um Deus soberano.

Promessa

O Senhor me levará aos “Levis” que estão prontos para atender ao chamado.

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

Estar disposto a sair da multidão, o lugar da popularidade e do glamour para fazer o que ninguém está vendo e não valoriza: ir em busca dos “Levis” que são os desprezados “cobradores de impostos”. Abandonar o desejo de fama e a timidez.

O que eu devo fazer (praticar)

Aprender a valorizar a pessoa como indivíduo e não como número ou parte de uma multidão. Sair da multidão para o indivíduo.

Desafios para o ministério

• Um ministério de multidões, mas que não se esquece do indivíduo, antes o valoriza e investe.

• Fortalecer o evangelismo pessoal e não de massa

• Na mentalidade de programas, gastamos fortunas com programas e campanhas que mais promovem o pregador. A igreja de Cristo não deve gastar com isso, mas sim na capacitação do Corpo de Cristo

• Somos uma igreja que enxerga o potencial que existe atrás de cada pessoa e investe nelas para que se tornem um ganhadores de almas.


Dia 18

Alguns foram ter com ele, conduzindo um paralítico, levado por quatro homens. E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o eirado no ponto correspondente ao em que ele estava e, fazendo uma abertura, baixaram o leito em que jazia o doente. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados. Mas alguns dos escribas estavam assentados ali e arrazoavam em seu coração: Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus? E Jesus, percebendo logo por seu espírito que eles assim arrazoavam, disse-lhes: Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração? Qual é mais fácil? Dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te, toma o teu leito e anda? Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados— disse ao paralítico: Eu te mando: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa. Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim!” (Mc 2.3-12).

O que Deus me falou

Existe um espírito religioso que deve ser confrontado e vencido. Esse espírito opera na crítica, na intimidação e na dúvida. Jesus combateu esse demônio com autoridade espiritual, com a Palavra e com fé. O mesmo espírito que perseguiu Jesus tem nos perseguido. Para combatê-lo devemos guerrear com as mesmas armas que Jesus guerreou. Há muitos paralíticos para levantarmos!

Caráter de Deus

Autoridade; poder; Senhor.

Promessa

O Senhor me dá o poder e autoridade que eu preciso para vencer todo espírito imundo e levantar os paralíticos.

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

Não ter medo! Se me deixar levar por intimidação; timidez; medo; incredulidade.

O que eu devo fazer (praticar)

Exercer autoridade e não me deixar intimidar por ameaças, críticas e condenação. Buscar Deus intensamente,, conhecer a minha fonte de autoridade e confrontar o espírito religioso. Confrontar esse espírito a partir da minha própria vida.

Desafios para o ministério

• Um ministério de autoridade espiritual, que confronta, denuncia e vence todo espírito das trevas

• Um ministério de fé sobrenatural e que através dos quatro amigos (ganhar, consolidar, treinar e enviar), leva o perdido até Jesus

• Uma igreja diferente da igreja de programas. Opera nas casas e exerce autoridade espiritual

• Nosso conhecimento vem do Espírito Santo ao nosso espírito. Uma igreja que se move no espírito e não no mundo dos sentidos.


Dia 17

Dias depois, entrou Jesus de novo em Cafarnaum, e logo correu que ele estava em casa. Muitos afluíram para ali, tantos que nem mesmo junto à porta eles achavam lugar; e anunciava-lhes a palavra” (Mc 2.1,2).

O que Deus me falou

“Entrou Jesus de novo em Cafarnaum” – Jesus havia estado outra vez em Cafarnaum, mas para estar na “sinagoga” (1.21). Agora ele veio para a “casa”. “Logo correu que ele estava em casa”: a notícia da presença dele nas casas logo correrá pela vizinhança!

Caráter de Deus

Deus é pessoal, Ele entra na intimidade da família. Ele é um Deus simples!

Promessa

“Muitos afluíram para ali”: O Senhor se encarregará de trazer as pessoas porque a presença de Jesus as atrairá. Não há necessidade de campanha publicitária porque a publicidade é a presença de Jesus.

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

• Confiar mais em Deus e menos nos recursos humanos.

• Abandonar a insegurança, a falta de confiança em Deus

• Renunciar os velhos métodos e hábitos de programas

O que eu devo fazer

• Trazer a presença de Jesus para as “casas” e “anunciar a palavra”

• A palavra pregada vai gerar vida e vai trazer salvação, cura, libertação, restauração

• A palavra é a fonte geradora de recursos e é ela quem vai transformar as vidas

Desafios para o ministério

• Levantar uma igreja nas casas onde a presença de Jesus se autoanuncia e para onde as vidas correm

• A nossa prioridade é trazê-lo para a casa. Não há problema se lotar a sala da minha casa – a de Jesus também lotou!

• No templo as pessoas querem ir para ter um encontro com o homem (título, fama), mas na casa elas terão um encontro com Jesus!


Dia 16

“Fazendo-lhe, então, veemente advertência, logo o despediu e lhe disse: Olha, não digas nada a ninguém; mas vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para servir de testemunho ao povo. Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele ” (Mc 1.40-42).

O que Deus me falou

“Para servir de Testemunho ao povo” – o meu modo de viver (e não apenas de falar) deve dar testemunho de quem Jesus é e faz. Preciso me apresentar aos “sacerdotes”, que são as pessoas de influência e autoridade na cidade. Quando se chega a te eles, fica fácil de testemunhar ao povo.

Caráter de Deus

Senhor! Yahweh Jireh

Promessa

Quando for notório o que Jesus faz, as pessoas virão até ele independente de onde se encontra: na cidade ou fora dela. O Senhor fará notória por meio da minha vida o que Ele faz.

Condição – pecados/ atitudes abandonar

Não ter medo de me expor. Tirar o medo, recio, rejeição.

O que eu devo fazer

Entusiasmo! Ir até aos leprosos da vida e curá-los em nome de Jesus! Procurar as pessoas de influência para testemunhar.

Desafios para o ministério

Uma igreja de “ex-leprosos”. Homens e mulheres que um dia foram marcados pelo pecado, mas que agora foram limpos por Jesus. Não é o “lugar” que estamos estabelecidos que fará a diferença (se na cidade ou em lugares ermos), mas o fato de Jesus curar, libertar, sarar, restaurar.


Dia 15

“Aproximou-se dele um leproso rogando-lhe, de joelhos: Se quiseres, podes purificar-me. Jesus, profundamente compadecido, estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero, fica limpo! No mesmo instante, lhe desapareceu a lepra, e ficou limpo” (Mc 1.43-45).

O que Deus me falou

Preciso mudar de atitude. Esse é um texto que fala da atitude fé. Preciso mudar a atitude de “pena de mim” para de ousadia! É claro que Jesus quer! Às vezes o que parece ser humildade, não passa de timidez e autocomiseração. Aquilo que é da vontade de Deus, como por exemplo ganhar almas, eu devo me apropriar porque é da vontade dEle. “No mesmo instante”: esse é o tempo de Deus para as coisas acontecerem!

Caráter de Deus

Deus misericordioso e compassivo. Um Deus que olha para as necessidades e se compadece das pessoas.

Promessa

Esse é o tempo de Deus para responder, intervir! “no mesmo instante”!

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

•    Atitude de “manipulação” a Deus.

•    Incredulidade

•    Rejeição (Ele quer!)

•    Muito do que eu não tenho é porque eu não peço

O que eu devo fazer

•    Mudar de atitude

•    Ter uma fé mais “agressiva”, mais ousada

•    Ir em frente naquilo que é da vontade de Deus

•    Internalizar que Jesus quer!

Desafios para o ministério

•    A lepra só saiu porque Jesus tocou nela. Uma igreja que toca nas necessidades das pessoas

•    Sermos uma igreja que não fica só no discurso (“quero”), mas que “estende a mão e toca”

•    Uma igreja que percebe as reais necessidades das pessoas e trás cura, solução

Dia 14

“Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. Procuravam-no diligentemente Simão e os que com ele estavam.Tendo-o encontrado, lhe disseram: Todos te buscam. Jesus, porém, lhes disse: Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de que eu pregue também ali, pois para isso é que eu vim. Então, foi por toda a Galiléia, pregando nas sinagogas deles e expelindo os demônios” (Mc 1.35-39).

O que Deus me falou

Deus que desenvolver em mim a consciência da minha missão (vs.38). Uma vida de oração e meditação consistente me manterá na realização do meu propósito nessa terra. Não devo me deixar consumir pelas demandas ministeriais, mas saber que antes de ministrar ao coração dos homens, devo ministrar ao coação de Deus. Se eu não tiver consciência do “por que” eu vim, outras coisas (e pessoas) acabarão me dizendo e assim perderei foco.

Então, para o que eu vim? Eu fui criado “para o louvor da Sua glória”. Deus me projetou para que eu O glorifique e O honre. Deus me colocou nessa terra para influenciar o maior número de pessoas e “pregar, ou seja, divulgar/mostrar a Sua mensagem. Antes de “fazer” eu preciso “ser”.

Caráter de Deus

•    Deus se deixa ser encontrado quando O busco de todo o coração.

•    Deus é pessoal e deseja relacionar-se comigo

•    Deus me guia, como um pastor guia o seu rebanho

Promessa

Vs.39 – Um ministério de poder. Deus me usará para pregar e expelir demônios.

Condição – pecados/atitudes a abandonar

•    Preciso trocar o “fazer” pelo “ser”

•    Cuidado com a ansiedade e a perda de foco por causa de muitas tarefas

O que eu devo fazer

•    Colocar a minha dependência no Pai, assim como Jesus fazia.

•    Buscá-lo com mais diligência

•    Jesus fazia o que via o Pai fazer

Desafios para o minsitério

•    Levantar uma igreja com consciência de missão

•    Uma igreja que proclama o Evangelho e exerce autoridade sobre o inferno

•    Uma igreja que cultiva a oração como prioridade; muito cedo (“alta madrugada”)

•    Uma igreja que não se perde com programas, mas sabe que o seu trabalho é pregar o Evangelho e discipular vidas

Dia 13

“À tarde, ao cair do sol, trouxeram a Jesus todos os enfermos e endemoninhados. Toda a cidade estava reunida à porta. E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era” (Mc 1.32-34).

O que Deus me falou

Somente uma vida rendida ao Pai pela adoração atrairá os perdidos e manifestará a Sua presença. “À tarde, ao cair do sol”, isto é, na viração do dia, no mesmo horário que Deus e o homem se encontravam para estar em comunhão no jardim do Éden, Jesus curou e libertou. Preciso cultivar mais relacionamento com o Pai. A adoração é a chave. Adoração atrai!

Caráter de Deus

Vejo um Deus acessível que pode ser encontrado em casa; Yahweh Jireh, o Deus que sara; O Deus do sobrenatural; o Deus que se relaciona na adoração.

Promessa

Os perdidos serão atraídos para as células por causa da presença de Deus.

Condição – atitudes/ pecados a abandonar

Ansiedade e estratégias humanas. A presença de Deus é o foco. Deus só agirá se eu O buscar e O adorar. O segredo é a adoração!

O que eu devo fazer

Não priorizar tanto a estratégia quanto a adoração. “CÉLUALS ADORADORAS”. Famílias se reunindo para adorar atrairão a presença de Deus e os perdidos. Adorar a Deus em família é trazer a presença da ARCA!! (Ministério dos querubins – ministério de Obede-Edon).

Desafios para o ministério

•    Uma igreja adoradora que conhece e valoriza a presença de Deus.

•    Uma igreja que atrai os perdidos para as casas, o lugar onde Jesus está.

•    Uma igreja de famílias adoradores, sacerdotais.

•    Uma igreja de autoridade, autoridade que começa nas casas. A casa adoradora é o lugar de cura e libertação porque lá as pessoas encontrarão um referencial do plano divino.

•    A casa é o lugar do encontro – encontro do perdido com a presença de Deus. Ali está o Emanuel!

•    A casa onde alguém fora curado (a sogra de Pedro) transformou-se num instrumento de cura para as multidões

Dia 12

“E, saindo eles da sinagoga, foram, com Tiago e João, diretamente para a casa de Simão e André. A sogra de Simão achava-se acamada, com febre; e logo lhe falaram a respeito dela. Então, aproximando-se, tomou-a pela mão; e a febre a deixou, passando ela a servi-los” (Mc 1.29-31).

O que Deus me falou

“Conserve a simplicidade!”. Jesus se misturava com as pessoas e entrava nas casas delas. Muitas pessoas serão, curadas, salvas, libertas pelo simples fato de tomarmos pela mão, ou seja, de serem ajudadas e apoiadas. Ali Jesus não disse nada, mas tomou aquela mulher pela mão e a febre a deixou. Há muitas pessoas com potencial de servir que só precisam ser ajudadas, discipuladas, levantadas.

Caráter de Deus

Um Deus simples e que valoriza o ser humano. O mesmo Deus que se importa em curar um “leproso”, se importa em curar ema “febre”. Ele dá importância a todas as minhas necessidades.

Promessa

O Senhor me dará pessoas que depois de curadas, passarão a servir.

Condição – Pecados/ atitudes a abandonar

Não menosprezar casos aparentemente pequenos, mas importar-me com a pessoa, independente do tamanho do seu problema.

O que eu devo fazer

Olhar para o ser humano com a mesma atitude de Jesus: misericórdia e compaixão. Sempre ter uma palavra ou atitude que levante as pessoas da cama e as encoraje a servir a Jesus.

Desafios para o ministério

•    Uma igreja que se importa com as famílias. Deus quer começar a Sua obra primeiramente nas casas dos próprios discípulos. Famílias curadas, lares restaurados!

•    Devemos ensinar as pessoas à primeiro trazer Jesus para dentro de suas próprias casas, antes de levá-los para dentro das casas de outros.

•    Muitas pessoas poderiam estar frutificando, mas estão “acamadas”, prostradas. Devemos tomá-las pela mão e restaurá-las ao lugar de serviço.

Dia 11

“Não tardou que aparecesse na sinagoga um homem possesso de espírito imundo, o qual bradou: Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus! Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai desse homem. Então, o espírito imundo, agitando-o violentamente e bradando em alta voz, saiu dele. Todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem! Então, correu célere a fama de Jesus em todas as direções, por toda a circunvizinhança da Galiléia” (Mc 1.23-28).

O que Deus me falou

Jesus era conhecido entre os demônios e entre os homens. Entre os demônios como “santo de Deus”; entre os homens como Aquele que tem autoridade. O inferno não reconhecerá a minha autoridade antes de conhecer a minha santidade. O que me fará respeitado no mundo espiritual é o fato de eu ser “santo de Deus”. Somos conhecidos entre os homens pelo que fazemos, mas somos conhecidos entre os demônios por quem somos (“santos de Deus”). Somos conhecidos entre os homens pelo CARISMA, mas somos conhecidos entre os demônios pelo CARÁTER. Somos conhecidos entre os homens pela “autoridade”, mas somos conhecidos entre os demônios por aquilo que nos dá autoridade (santidade).

Caráter de Deus

Santo; poder; autoridade; Senhor!

Promessa

A autoridade de Jesus foi dada a mim também!

Condição – Pecados/ atitudes a abandonar

Medo; timidez; todo pecado não tratado, pois rouba a minha autoridade.

O que eu devo fazer

Remover toda forma de religiosidade e buscar um viver santo, que agrade a Deus.

Desafios para o ministério

•    Levantar um ministério que seja conhecido nos céus (entre os seres espirituais) e na terra (entre os homens).

•    A mentalidade/igreja de programa perguntará: “que vem a ser isso? Uma nova doutrina!” de tão diferente que será a nossa abordagem.

•    Tornaremos célebre a fama de Jesus através de uma mensagem ungida pelo Espírito Santo e da autoridade sobre as trevas.

Dia 10

“Depois, entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, foi ele ensinar na sinagoga. Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mc 1.21,22).

O que Deus me falou

O que faz a diferença no não é exatamente “o que” eu ensino, mas “como” ensino. A Bíblia não registra “o que” Jesus ensinou ali, mas diz que foi “com autoridade”.

Caráter de Deus

Possuidor de todo poder e autoridade.

Promessa

Essa autoridade também é minha. Jesus a transferiu a mim! Hoje posso ministrar sem temor, confiando que a apalavra de Jesus na minha boca tem o mesmo poder que tinha na boca dEle! O Senhor me unge com o Seu Espírito para ministrar em autoridade (Is 61).

Condição – Pecados/atidudes a abandonar

Medo, timidez, incredulidade, temor.

O que devo fazer

Entrar na cidade e nas casas com autoridade. Ao abrir a minha boca, devo saber que estou debaixo da autoridade de Cristo. Preciso orar mais; orar mais em línguas e santificar-me mais porque o pecado rouba a autoridade.

Desafios para o ministério

Uma igreja que confronta o espírito religioso (sinagoga) por meio do ensino ungido pelo Espírito Santo. Nosso ensino não será como o da igreja de programas (“fariseus e escribas”), mas virá com autoridade sobrenatural para estabelecer o Reino. Isso trará impacto sobre a vida das pessoas (“maravilharam-se”).

Dia 09


“Pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes. E logo os chamou. Deixando eles no barco a seu pai Zebedeu com os empregados, seguiram após Jesus” (Mc 1.19,20).

O que Deus me falou

O Pai me convida a me ver como alguém chamado. Chamado a abandonar as heranças familiares e ministeriais que a amarram o meu destino profético e cumprir o meu propósito divino. Estou sendo chamado a sair e deixar toda forma de prisão: conceito, paradigmas, lugares, atividades etc que me impeçam de seguir os passos de Jesus.

Caráter de Deus

Deus não desiste de mim! Não importa o nível de prisão em que me encontre, como um Deus gracioso, Ele me chama para estar com Ele!

Promessa

Jesus me transforma num instrumento/ canal de graça e transformação.

Condição – pecados/ atitudes a abandonar

•    Não duvidar do que eu sou em Cristo e do que Ele pode fazer através de mim.

•    Incredulidade; timidez.

O que eu devo fazer

•    Não “consertar” o que já está rasgado, desgastado (o velho ministério de programa)

•    Jesus me chama para um novo ministério

•    A minha nova rede de pesca é a Palavra de Deus. Não devo ter medo de lançá-la sobre os homens. A pescaria é certa!

Desafios para o ministério

•    Um ministério de pessoas com consciência do seu chamado. Pessoas que sabem que foram escolhidas por Jesus para edificar o Seu Reino.

•    Não um ministério de “expectadores”, mas de “pescadores” de homens.

Dia 08

“Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu os irmãos Simão e André, que lançavam a rede ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram” (Mc 1.16-18).

O que Deus me falou

Preciso olhar para as pessoas como mais que simples “pescadores”, mas como “pescadores de homens”. Preciso acreditar no que cada um pode se tornar em Deus: um agente/canal de transformação na sua geração. Preciso investir a minha vida nas pessoas que Deus me deu e transformá-las em “pescadores de homens”. Ali estavam mais que “Simão e André”, ali estavam apóstolos!

Caráter de Deus

Um Deus transformador e perdoador que pega o pecador mais vil (como eu) e o faz assentar entre os príncipes do seu povo!

Promessa

O Senhor me dará muitos “Simões e Andrés” para eu investir neles.

Condição – Pecados/ atitudes a abandonar

•    Incredulidade: Preciso acreditar no que as pessoas podem vir a ser em Deus.

•    Medo: Não ter medo de desafiar as pessoas a saírem do lugar comum para se tornarem em “pescadores de homens”

O que eu quero devo fazer

Procurar esses homens. Ir em busca deles nos lugares comuns e desafiá-los. Investir mais naqueles que o Senhor já me deu. Fazê-los ganhadores de almas. As pessoas responderão melhor do que eu espero!

Desafios para o ministério

•    Uma igreja de pescadores de homens.

•    Um ministério de discipulado, de modelos desafiadores e inspiradores.

•    Não podemos ser uma igreja de meros membros, mas de discípulos de Cristo que reproduzem o caráter e a missão do Mestre.

•    “Deixar as redes” significa deixar a mentalidade de programa. “Seguir” a Jesus significa entrar num nível de ministério transformador.

Dia 07

“Depois de João ter sido preso, foi Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho de Deus,  dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.14,15).

O que Deus me falou

Assim como Josué só pôde dar início ao seu ministério após Moisés ter morrido e Jesus só começou o Seu ministério público quando João Batista saiu de cena; o meu ministério verdadeiramente deu início quando eu deixei para trás o modelo/ mentalidade de programa. Meu ministério deve ser baseado na pregação e na manifestação do “evangelho de Deus” e no “reino de Deus”.

Caráter de Deus

Um Deus santo e perdoador. Sua santidade confronta o meu pecado; mas a Sua misericórdia arranca-o.

Promessa

“O tempo está cumprido” para a minha vida! O tempo só de preparo e treinamento passou (embora sempre estejamos aprendendo e crescendo). Agora o meu ministério vai começar efetivamente. Chegou o tempo de me mover na unção que Deus me deu.

Condição – Pecado/ atitudes a abandonar

Orgulho ministerial. Eu sou apenas um instrumento levantado para proclamar o Evangelho de Deus.

O que eu devo fazer

Pregar o Evangelho e alertar as pessoas de que o Reino de Deus está próximo.

Desafios para o ministério

Um ministério que levanta a bandeira do “evangelho do reino”, que sabe que foi levantado por Deus para reconciliar o perdido com Ele, chamando-o ao arrependimento e à fé: “arrependei-vos e crede no evangelho”. Essa foi a mensagem de Jesus, essa deve ser a minha mensagem.

Dia 06

“E logo o Espírito o impeliu para o deserto,  onde permaneceu quarenta dias, sendo tentado por Satanás; estava com as feras, mas os anjos o serviam” (Marcos 1.12-13)

O que Deus me falou

  • Não preciso temer o deserto. O deserto tem mais poder para me forjar do que para me destruir.
  • Não preciso temer algo que o próprio Espírito Santo me levou a passar.

Caráter de Deus

  • Provedor – Ele sabe do que eu preciso e mesmo em meio ao deserto, Ele envia os seus anjos;
  • Sustentador; El Shaddai!

Promessa

  • Provisão; fortalecimento; proteção; direção em meio as “feras”
  • Satanás não me derrotará e nem as “feras” me tocarão

Condição – pecados/atitudes a abandonar

Medo; receio; ansiedade; preocupação com provisão; incredulidade.

O que devo fazer

  • Lançar-me confiantemente na vontade do Pai, sabendo que Ele respalda quando estou na Sua vontade;
  • Tudo o que eu preciso, Ele proverá se eu me lançar em fé

Desafios para o ministério

  • Sermos uma igreja sobrenatural;
  • Todos os recursos que necessitamos virá do Pai; daquilo que sai da Sua boca, da Sua Palavra;
  • Devemos resistir à tentação de sermos uma igreja de programas e sermos uma igreja que forja seus discípulos no calor do deserto.

Oração

Pai, no calor deserto, posso me refrescar na Tua presença; no silêncio do deserto, posso ouvir a Tua voz; na ameaça do deserto, posso contar com Tua proteção; na escassez do deserto, posso contar com a Tua provisão; na sequidão do deserto, posso beber das Tuas fontes; no questionamento do deserto, posso chamar-te Pai!


Dia 05

“Naqueles dias, veio Jesus de Nazaré da Galiléia e por João foi batizado no rio Jordão. Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se e o Espírito descendo como pomba sobre ele. Então, foi ouvida uma voz dos céus: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo” (Marcos 1.9-11)

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Devocional do Líder de Célula!

Posted on 14 março 2010 by admin

Compartilho com os leitores do meu blog o meu devocional diário no Evangelho de Marcos, o “Devocional do Líder de Célula”. Escolhi esse Evangalho porque “Marcos” serve de base para os outros. Tenho sido muito impactado com a meditação desse livro. Percebo que uma identidade tem sido formada em meu espírito para esse novo tempo através dessas meditações. Tenho ouvido a voz de Deus e também sido ministrado através da Sua Palavra. Não sei se vou conseguir postar todos os dias, mas vale a pena clicar no botão “DEVOCIONAL” ao lado para conferir as atualizações. Se você queiser deixar comentários, creio que vai enriquecer bastante:

Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido (Josué 1.8)

Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará (Salmo 1.2,3)

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