Archive | novembro, 2009

Faça!

Posted on 29 novembro 2009 by admin

Arrisque mais do que os outros pensam ser seguro.

Importe-se mais do que os outros pensam ser sábio.

Sonhe mais do que os outros pensam ser prático.

Espere mais do que os outros pensam ser possível.

Máxima do Cadete, da Academia Militar de West Point.

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Porções adequadas nos lugares adequados (1)

Posted on 29 novembro 2009 by admin

CAPÍTULO 04

MEMBROS DO CORPO

Porções adequadas nos lugares adequados

(Parte 01)

Como o capítulo é grande e extremamente importante, divido essa resenha em duas partes:

Ralph inicia o quarto capítulo questionando as imagens que o termo “igreja” evoca em nossa mente: prédios, construções, programas e assim por diante. E ainda acrescenta: “vivemos agora numa época em que o ‘cristianismo das celebridades’ permite que homens e mulheres usem o seu próprio nome para definir a ‘igreja’ de que as pessoas participam”. Essa visão distorcida acabou descaracterizando a essência da igreja, e conclui: “Precisamos de um novo termo que defina ‘igreja’ como uma referência a uma pequena comunidade de crentes”. Neighbour, então lembra que na década de 1970 o termo “célula” era usado para definir grupos pequenos que revelam o Cristo que habita nos crentes e definia a forma básica de vida.

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Lança o Teu Pão Sobre as Águas

Posted on 26 novembro 2009 by admin

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“Uma Fonte Aberta”!

Posted on 26 novembro 2009 by admin

“Naquele dia, haverá uma fonte aberta para a casa de Davi e para os habitantes de Jerusalém, para remover o pecado e a impureza”. (Zacarias 13.1)

INTRODUÇÃO

Existe uma fonte poderosa que Deus preparou para aqueles que desejam conhecê-lO e que precisam de purificação. Essa fonte jorra para limpar-nos do “pecado” e da “impureza”. Como isso ocorre e como podemos alcançar essa bênção?

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Unidades Básicas do Corpo de Cristo – LIBERTANDO-NOS DO SÉCULO PASSADO

Posted on 25 novembro 2009 by admin

Neste importante capítulo, Ralph Neighbor faz uma rápida análise sobre os moveres do Espírito Santo que deram base a diversas mudanças ocorridas na igreja no século passado. Cita, por exemplo, a “primeira onda”, ou avivamento da Rua Azuza que legou à igreja um impacto na teologia do Espírito Santo na experiência pessoal dos crentes. Contudo ainda era o “vinho novo nos odres velhos organizados segundo os padrões eclesiásticos que resultaram do período da Reforma”. Depois foi a “segunda onda”, que atingiu a vida tradicional da igreja, formando grupos de estruturas paraeclesiásticas que atendia àqueles que não conseguiam achar o vinho novo na sua igreja. “Aí veio a terceira onda”, através dos movimentos que focalizavam em cura e dons espirituais.

Por mais positivos que tenham sido essas ondas, Neigbour conclui: “infelizmente a necessidade de um odre novo ficou despercebida. (…) Nunca se transformou as formas centralizadas em prédios, focalizadas em programas e conduzidas pelo clero”.

Ainda havia um “ponto cego”, como denomina o autor. E essa falha encontrava-se na falta do “batismo de grupos pelo Espírito Santo – crentes unidos como unidades básicas do Corpo de Cristo” porque o “batismo pessoal com o Espírito Santo se tornou o foco principal”.

Esses movimentos, como o da Rua Azuza, ainda não compreendiam a “importância da posição de Cristo como o Cabeça da comunidade (ekklesia) e cita um longo texto de Frank Bartleman, um dos personagens principais da primeira onda, dentre o qual destaco: “(…) O Espírito Santo nunca tira a nossa atenção de Cristo para atraí-la a si mesmo, mas antes revela Cristo de forma mais ampla (…)”. Daí conclui-se que a obra do Espírito é revelar Cristo, exaltá-lo e mostrá-lo como o Cabeça da igreja e isso Trás profundas mudanças na eclesiologia. “A centralidade de Cristo precisa ser restaurada!”.

O clímax da igreja não está no que passou, mas no futuro. O Espírito Santo tem conduzido a igreja através dos seus moveres na história, preparando-nos para o que ainda está por vir. Neigbour chama a atenção para o fato de que quando somos batizados, não é somente no nível pessoal, mas no nível de Corpo, ou seja, coletivo. “Deus não pode ser adequadamente discernido à parte da vida em comunidade”.

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Direto do Púlpito #02 – Modelos Familiares (parte 01)

Posted on 19 novembro 2009 by admin

Nessa mensagem eu busco explicar porque adotamos algumas atitudes “inconscientes” que reproduzem os modelos recebemos na infância e ao longo da vida. É no lar que recebemos as marcas mais profundas que modelam nosso comportamento. Você ficará surpreso como algumas atitudes que tem como “corretas”, na verdade podem ser o resultado de um modelo que absorvemos em nossa formação como indivíduos. “Modelos Familiares” é uma mensagem esclarecedora e acima de tudo libertadora! Ouça aqui! Ah! não esqueça que a mensagem está dividida em duas partes!

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Unidades Básicas: INTRODUÇÃO

Posted on 16 novembro 2009 by admin

De introdução, o dr. Neighbour abre o coração e relata um momento de sua vida onde, aos 36 anos de idade, sentiu-se frustrado  com a forma como o cristianismo moderno confinara o povo de Deus numa estrutura física e não tocava o mundo à sua volta. Foi aí onde ele resolveu “aventurar-se” em busca de um modelo estrutural que ajudasse a igreja a tornar-se mais bíblica em sua estrutura para cumprir a missão.

O “igrejismo”, que ele atribui como a maneira atual de fazer igreja, “cega o povo de Deus e o previne de ser o corpo de Cristo”. Ele compara a igreja americana a um aquário que limita o poder transformador do Evanegelho e impede os crentes de enxergarem o que há do lado de fora. Assim como cada ser vivo só consegue mover-se apropriadamente em seu habitat natural, a igreja tem o seu próprio ambiente e precisa se reencontar com ele a fim de manifestar-se como um organismo único que deve sobreviver e vicejar.

Ele define apalavra “ekklesia”, atribuída à igreja, ao seu significado mais básico: “um corpo espiriaul habitado por Cristo – que presta contas a ele – capacitado a revelar a sua presença, poder e propósito”. Aqui “ekklesia” é usada no sentido mais básico e pode ser interpretada por “células” ou “comunidades cristãs de base”

Ele direciona o foco do seu livro afirmando que o seu propósito não é tratar de sistemas de gerenciamento de igreja, mas lidar com os fundamentos e provoca dizendo: “muitos métodos de crescimento de igreja se tornaram moda, endossados por aqueles que querem pôr remendos nos odres velhos da vida da igreja tradicional”.

Ralph Neighbour critica o desenvolvimento das células como ele caractariza de “meras linhas de montagem para fabricar ‘convertidos’ com maior rapidez” e compara essa mentalidade a “cogumelos” que assim como nascem rapidamente, também se vão por não suportar o calor da guerra espiritual.

Para que o Evangelho alcance os perdidos, é necessário que a igreja viva “em comunidades bíblicas e holísticas que articulem e expressem claramente a sua fé”.

É Isso aí!

Marcos Arrais

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Unidades Básicas do Corpo de Cristo

Posted on 15 novembro 2009 by admin

Livro: “Unidades Básicas do Corpo de Cristo”, de Ralph Neighbour Jr

APRESENTAÇÃO

O livro trata de analisar a Igreja de Jesus Cristo numa abordagem estrutural, levando em conta o fundamento das células ou como o autor prefere chamar: as “Unidades Básicas do Corpo de Cristo”. Nesse livro Neighbour põe o dedo na ferida do cristianismo atual, confrontando a estrutura de liderança e de ministério que atualmente é praticada nas igrejas.

Ele propõe a visão  das “Unidades Básicas do Corpo de Cristo” não como uma estratégia de crescimento ou ferramenta de ministério, mas um lugar onde Cristo se expressa por meio dos crentes que estão a caminho da maturidade. Muitos aspectos interessantes e confrontadores são lançados nesse livro.

Prepare-se para colocar seus conceitos de igreja à prova e abrir mão de paradigmas equivocados que vem de uma cultura eclesiológica herdada de uma estrutura contaminada pelas constantes intervenções humanas ao longo a história. A pergunta que me vem é: O cristianismo que recebemos é fruto de uma visão bíblica-neo-testamentária ou de preconceitos humanos?

Convido-o a vir comigo nesse instigante livro!

Marcos Arrais

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Mau humor tem vantagens?

Posted on 03 novembro 2009 by admin

Uma matéria do site “tvi24” mostra um estudo feito por uma importante universidade australiana que conlui:  “Pessoas mal-humoradas lidam melhor com as dificuldades”.

Que o seu Lunga não saiba disso!!

Leia a matéria abaixo e deixe sua opinião.

As pessoas mal-humoradas têm tendência a lidar melhor com situações problemáticas do que aqueles que são mais felizes, segundo um estudo australiano publicado na Australasian Science Magazine e citado pela BBC.

«Enquanto a alegria fomenta a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, a melancolia alimenta a atenção e o pensamento cauteloso», disse o psicólogo Joe Forgas, líder da investigação da Universidade de Nova Gales do Sul.

O mau humor diminuiu a ingenuidade e torna a tomada de decisões mais fácil, porque o cérebro promove «estratégias de processamento de informações».

Durante o estudo, os voluntários viram vários filmes e reflectiram sobre acontecimentos positivos e negativos das suas vidas, para que ficassem de bom ou mau humor.

Depois tinham que realizar uma série de tarefas, entre as quais julgar a veracidade de algumas histórias e relatar eventos a que assistiram.

Os que estavam mal-humorados erraram menos e comunicaram de melhor forma.

«Até mesmo um humor moderadamente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto, acomodativo e mais bem sucedido», concluiu.

 

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