Archive | setembro, 2008

Vou Para Israel, Mas Deixei Novidades!

Posted on 11 setembro 2008 by admin

Graça e paz amados! Neste domingo, dia 14 de Setembro, estarei viajando para Israel. Vou passar 11 dias andando na terra onde Nosso Senhor realizou o Seu ministério terreno. É a segunda vez que vou para lá, mas confesso que é como se fosse a primeira! Com certeza vou voltar com muitas histórias boas, fotos inesquecíveis e conteúdo bíblico para compartilhar com vocês. Aguardem! Mas estou deixando as duas últimas mensagens sobre o Salmo 23, completando, dessa forma, a série sobre As Doze Bênçãos. Também escreví uma mensagem nova sobre A Tríplice Função do Sangue de Cristo, ficou muito legal! Espero que vocês sejam muito abençoados. Ah! coloquei também um link novo com um relato muito interessante sobre o arrebatamento da igreja… gente, é chocante! É um relato de um irmão que na década de 50 teve uma visão sobre a 2ª vinda de Jesus. Ouça aqui.

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Ouvindo Deus no Sussuro e no Trovão

Posted on 04 setembro 2008 by admin

“…Que leve sussurro temos ouvido dele! Mas o trovão do seu poder, quem o entenderá?” (Jó 26:14).

Para a maioria das pessoas, o Livro de Jó é um livro enigmático, pois trata dos dilemas humanos em várias perspectivas. Esse livro demonstra, em última análise, que a grandeza e a soberania do Todo Poderoso está muito além da nossa capacidade de entender.

Jó retrata o Criador em Sua exuberância e excelência, executando soberanamente Sua vontade com perfeição e justiça. Veja como ele descreve as Suas obras no capítulo 26:

“A alma dos mortos tremem debaixo das águas com seus habitantes. O além está desnudo perante ele, e não há coberta para o abismo. Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada. Prende as águas em densas nuvens, e as nuvens não se rasgam debaixo delas. Encobre a face do seu trono e sobre ele estende a sua nuvem. Traçou um círculo à superfície das águas, até aos confins da luz e das trevas. As colunas do céu tremem e se espantam da sua ameaça. Com a sua força fende o mar e com o seu entendimento abate o adversário. Pelo seu sopro aclara os céus, a sua mão fere o dragão veloz” (vs. 5-13).

“a compreensão humana sempre encontra um limite quando se depara com a infinitude Divina”

No Capítulo 26, mais especialmente, Jó apresenta algumas obras de Deus que deixam o homem perplexo e conclui: “Eis que isso são apenas as orlas dos seus caminhos” (v.14b), ou como nos mostra a Versão na Linguagem de Hoje: “Mas essas coisas são apenas uma amostra, um eco bem fraco do que Deus é capaz de fazer. Quem pode compreender a verdadeira grandeza do seu poder?”. O homem é tirado do seu pedestal de soberba e auto-suficiência e colocado frente à sua pequenez diante de um Deus tão Magnífico e misterioso. Na verdade algumas respostas para determinados dilemas da vida está na soberania divina, longe dos telescópios e microscópios, distantes da filosofia e até mesmo da teologia, uma vez que a compreensão humana sempre encontra um limite quando se depara com a infinitude Divina. O homem, mesmo com seus avanços científicos, não é capaz sequer de compreender as obras do Altíssimo, cabendo a ele reder-se e envergonhar-se de sua arrogância ao tentar viver separado de Quem o criou.

Deus deixou perceptíveis Seus sinais por todos os lados em que nos viramos, de maneira que seria indesculpável a afirmação de que não existe Deus. Na verdade tal afirmação não é somente um ato de rebeldia, mas de total tolice e incensatez: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus…” (Salmos 14:1).

Diante dessa reflexão acerca da grandeza de Deus, pois não poderia deixar de perceber tão gloriosa verdade, gostaria de meditar brevemente sobre as últimas palavras contidas nesse texto:

“…Que leve sussurro temos ouvido dele! Mas o trovão do seu poder, quem o entenderá?” (Jó 26:14).

“Sussurro” e “trovão” são dois acontecimentos bem diferentes e até opostos entre si. O fato é que precisamos aprender a ouvir Deus nas duas situações. Você já parou para perceber que Deus se revela das duas formas? O nosso grande problema é querermos encontrar Deus somente em uma delas.

“O sussurro de Deus só pode ser percebido quando silenciamos os gritos da nossa alma, e entramos numa atmosfera de quietude reverente”

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