Archive | julho, 2008

Agora vem “Direto do Púlpito”!

Posted on 09 julho 2008 by admin

Pessoal, agora eu tenho uma Podcast. Vocês podem acessar a página dela clicando aqui. Nessa Podcast, vocês poderão ouvir mensagens, ver vídeos, etc…

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A TRANSCENDÊNCIA DO AVIVAMENTO

Posted on 08 julho 2008 by Marcos Arrais

“Disse-lhe o SENHOR: Vai, volta ao teu caminho para o deserto de Damasco e, em chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. A Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei sobre Israel e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar. Quem escapar à espada de Hazael, Jeú o matará; quem escapar à espada de Jeú, Eliseu o matará. Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou” (1Reis 19.15-16)

Ficamos fascinados ao ouvirmos sobre os reavivamentos que ocorreram ao longo da história do povo de Deus e acabamos por sonhar com esse poderoso derramar da vida de Deus sobre a nossa própria geração. Nessa expectativa arrebatadora, começamos a idealizar modelos configurados por nossas próprias mentes e ideais. O problema está em buscar e sonhar com algo que tem mais a ver com a nossa visão limitada do que propriamente com aquilo que Deus quer realizar. Creio piamente que o que Deus está por fazer ultrapassa qualquer expectativa humana e por isso, sem qualquer presunção, gostaria de refletir sobre a transcendência do avivamento.

O Deus transcendente

A natureza do avivamento tem a ver com a natureza de Deus, pois se trata do derramar da Sua própria vida que não pode ser medida ou mensurada nos padrões humanos, ainda que, para efeitos didáticos, tentemos compará-la ao universo, aos mares etc. Falar sobre Deus é falar de alguém que está acima da compreensão de qualquer ser já criado, portanto, não podemos achar que a nossa teologia aborda a divindade em todos os Seus aspectos e profundidades. Quantos atributos Deus têm? Certamente apenas conhecemos alguns e em certa medida, pois “no terrível abismo do Ser divino podem existir atributos dos quais não temos qualquer conhecimento e que não possuem significado algum para nós, assim como os atributos de misericórdia e graça não têm significado algum, pessoalmente, para os serafins ou querubins” (A.W. Tozer). O problema está em querermos reduzir a imagem de Deus à nossa própria imagem, limitando-o e tentando controlá-lo. Deus está muito acima do que a nossa visão ocidentalizada é capaz de compreender. Na verdade Continue Reading

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