Archive | Estudos Bíblicos

Liderança terapêutica

Posted on 24 fevereiro 2018 by admin

terapia

“14 Sobrevieram, porém, judeus de Antioquia e Icônio e, instigando as multidões e apedrejando a Paulo, arrastaram-no para fora da cidade, dando-o por morto. 20 Rodeando-o, porém, os discípulos, levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu, com Barnabé, para Derbe. 21 E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia, {Antioquia: de Pisídia} 22 fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus. 23 E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido” (Atos 14.19-23)

A posição de liderança nos expõem a ataques. Sempre tem alguém “instigando as multidões” contra nós. Sempre haverá haver pessoas descontentes, insatisfeitas. Não importa o que você faça ou quanto faça, para essas pessoas nunca vai estar bom. O objetivo delas é nos “arrastarem para fora do ministério e nos dar como mortos”(vs.19).

Deus nunca disse que não seríamos apedrejados, mas prometeu que nos fortaleceria quando isso acontecesse.

Mas Paulo tinha companheiros que o cercavam (“rodeando-o) e o protegiam. Um dos papeis da liderança é proteger o seu pastor, é não entrar na multidão que o apedreja, mas no grupo que o protege: “Rodeando-o, porém, os discípulos, levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu, com Barnabé, para Derbe” (Atos 14:20).

“Entrou na cidade” (vs.21). A cidade representa o lugar do nosso chamado, a esfera onde Deus nos enviou e nos mandou ficar. É para lá que devemos voltar, apesar das ameaças.

Nosso desafio é sermos uma liderança terapêutica, para a igreja e para nós mesmos. Uma liderança que não seja instrumento de feridas, mas de cura na vida dos nossos companheiros.

O nosso foco não deve estar nas pedradas que recebemos, mas na missão que nos foi confiada: “fazer discípulos”! “E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia” (Atos 14:21). Não queremos ser uma igreja que só fica apagando incêndios, mas que cumpre a missão de Jesus.

Liderar é cuidar dos discípulos enquanto ainda estamos cuidando das próprias feridas: “fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14:22). Estamos encorajando enquanto nós mesmos precisamos de encorajamento!

Depois dessa experiência, Paulo levantou um presbitério terapêutico: “E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido” (Atos 14:23). Essas experiência nos ajudam a enxergar melhor aqueles que são terapêuticos e levantá-los para cuidar do rebanho de Cristo.

Nós somos um presbitério terapêutico?

O que temos feito com as feridas uns dos outros?

Marcos Arrais

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Liderança bíblica para os nossos dias

Posted on 25 janeiro 2017 by admin

Texto: Atos 6.1-7

INTRODUÇÃO

A visão bíblica de liderança é bem diferente da visão do mundo:
• Mt 20.20-27
• A pirâmide de poder é invertida

• Liderar não é “mandar”, é “servir”, é ser “modelo” daquilo que se quer ver nas pessoas.

PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA

1. O princípio da necessidade

“Naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve reclamação dos judeus de cultura grega contra os demais judeus, pois as viúvas daqueles estavam sendo deixadas de lado na distribuição diária de mantimento”.  (Atos 6:1 AS21)

• Todo ministério é uma resposta a uma necessidade

o Chamado de Moisés e dos profetas (Êxodo 3.7-10)
o Paulo (Atos 26.16-19)

• Um líder é um dom de Deus e uma resposta a determinadas necessidades: juízes, profetas e reis.

2. O princípio do foco

“Em razão disso, os Doze convocaram a multidão dos discípulos e disseram: Não faz sentido que deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas”  (Atos 6:2 AS21)

• Cada tipo de liderança tem um foco
o Mesas (servir às necessidades diversas do povo de Deus)
o Palavra (ensino e pregação das Escrituras)

“Os presbíteros que governam bem devem ser dignos de honra em dobro, principalmente os que trabalham na pregação e no ensino”  (1 Timóteo 5:17 AS21)

• “Não é razoável”/ “não faz sentido”: o que estamos fazendo que Deus não nos mandou? Tudo o que fazemos que não Deus não nos mandou, “não faz sentido”!

o O ministério de Moisés estava perdendo o sentido porque estava fazendo mais do que podia e não aquilo para o qual Deus o havia chamado (Êx 18.13-25)

Qual é o seu foco? Onde Deus o colocou?

3. O princípio do tríplice testemunho ou da integridade

“Portanto, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarreguemos deste serviço”  (Atos 6:3 AS21)

• As pessoas separadas para o serviço teriam que ser reconhecidas pela comunidade (qualificações sociais, emocionais e espirituais):

o Boa reputação – social (bom testemunho para com os de fora, casamento, criação de filhos, honra compromissos)
o Cheios do Espírito – espiritual (vida de oração, compromisso com a Comunidade, piedade)
o Sabedoria – intelectual e emocional (busca crescer, leitura, estudo da Palavra, equilíbrio/ saúde emocional)

• São qualificações muito parecidas com a dos líderes levantados por Moisés. Todas elas tem mais a ver com o “ser” do que com o “fazer”. É preferível ter pessoas de bom caráter a ter de competência, porque competência podemos ensinar, mas bom caráter você tem ou não tem!

4. O princípio da esfera de ação

“Mas nós nos devotaremos à oração e ao ministério da palavra”  (Atos 6:4 AS21)

• Quando nos alinhamos com o nosso chamado, liberamos outros para exercerem o seu.
• Possivelmente há ministérios que estão aguardando o nosso deslanchar.

o Na minha obediência, há uma série de outras reações que se desencadearão (efeito borboleta)!
• 2Co 10.13-16

5. O princípio do reconhecimento

“A proposta agradou a todos, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia”  (Atos 6:5 AS21)

• Não foram líderes impostos, mas naturalmente reconhecidos e aceitos por toda a comunidade (todos de nomes gregos – identificavam-se com as necessidades do povo).

o Líderes não são impostos, mas aclamados pela igreja.
o Líderes não podem ser levantados por favoritismo político (aliados), mas por serviço demonstrado e reconhecido da igreja.
o Líderes não podem ser levantados por “capacidade”, mas por “fidelidade”

6. O princípio da submissão às autoridades

“E os apresentaram perante os apóstolos, os quais, depois de orar, impuseram-lhes as mãos”  (Atos 6:6 AS21)

• Eles “os apresentaram perante os apóstolos” e receberam imposição de mãos, ou seja, se sujeitaram à autoridade.

• Não acredite em líderes que não se submetem a ninguém.

o De quem você recebe imposição de mãos?

• Liderança não é desculpa não prestar contas, pelo contrário, liderança é assumir o compromisso de submeter-se.

7. O princípio dos frutos

“E a palavra de Deus era divulgada, de modo que o número dos discípulos em Jerusalém se multiplicava muito, e vários sacerdotes obedeciam à fé”  (Atos 6:7 AS21)

Quando uma liderança é levantada por Deus e recebida pela igreja, o resultado é:

• “Crescia a palavra de Deus” – a pregação da Palavra é alavancada (os apóstolos pregavam com maior liberdade)
• “Se multiplicava o número de discípulos” – Há um crescimento do Reino de Deus na vida das pessoas.
• “Muitos sacerdotes obedeciam a fé” – outras pessoas são encorajadas e desafiadas.

 

Marcos Arrais

Mais estudos bíblicos

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Desfrutando o amor do Pai

Posted on 18 fevereiro 2015 by admin

Oséias 11:4: “Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas e me inclinei para dar-lhes de comer”.

O Livro de Oséias fala do amor de um Deus por um povo corrupto, um amor não correspondido, um amor que dá, mas não recebe; que vai atrás, mas não tem resposta. Isso porque o povo está tão seduzido pelo pecado, pelos falsos deuses que abandonou o Amado da sua alma.
Deus levou Oseias a experiências extremas para que o profeta sentisse na própria pele o coração amoroso de Deus (casou-se com uma prostituta).

Nós precisamos da revelação do amor de Deus.

1º. O AMOR DO PAI PELO PECADOR

A salvação é um ato de amor

João 3:16: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

1 João 4:19: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro”.

Efésios 2:4,5: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos”.

2º. O AMOR DO PAI POR SEUS FILHOS

A nossa relação com Deus deve ser uma relação de amor

Jamais conheceremos o amor de Deus a não ser que a nossa relação com ele seja uma relação de amor.

É fácil pensar em Deus apenas intelectualmente e ficar discutindo sobe ele! Mas se a nossa atitude para com Deus for apenas teórica e intelectual, não desfrutaremos de uma relação viva e nem seremos cheios de sua presença.

Marcos 12:30: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força”.

A Bíblia nos exorta, não somente a crer em Deus, mas também a amá-lO” (M.D. Lloyd-Jones)

Não é uma relação intelectual, nem legalista, mas de amor!

Um amor que confia, que entrega:

João 3:35: “O Pai ama ao Filho, e todas as coisas tem confiado às suas mãos”.

Um amor que não tem segredos:

João 5:20: “Porque o Pai ama ao Filho, e lhe mostra tudo o que faz, e maiores obras do que estas lhe mostrará, para que vos maravilheis”.

Gênesis 18:17,18: “Disse o SENHOR: Ocultarei a Abraão o que estou para fazer, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra?”

Êxodo 33:11: “Falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo; então, voltava Moisés para o arraial, porém o moço Josué, seu servidor, filho de Num, não se apartava da tenda”.

Um amor que deve ser correspondido:

João 10:17: “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir”

Assim como o Pai ama o Filho, o Pai nos ama, pois em Cristo nos tornamos seus filhos também.

Como temos correspondido a esse amor?

Um amor que nos confere vida plena, eterna (zoe), a mesma qualidade de vida de Cristo:

Efésios 2:4-6: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus”

Um amor capaz de transformar inimigos em filhos:

1 João 3:1: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo”.

Um amor que envolve:

Mateus 17:5: “Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi”.

Todos nós temos a necessidade de sermos afirmados, de ouvir de alguém o quanto somos amados. Deus, através do seu amor por Cristo, nos diz: “eu te amo!”

Um amor que nos convida a experimentar a sua glória:

2 Pedro 1:17: “Pois ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”.

Deus nos convida a ouvir a sua voz e a nos deleitarmos no seu amor:

2 Pedro 1:18: “Ora, esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com ele no monte santo”

Somos herdeiros com Cristo dessa glória: Rm 8.17; Tt 3.7.

João 17:24: “Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo”.

Quando Jesus subiu aos céus, ele não chegou lá sozinho, nós estávamos com Ele!!!:

Efésios 4:8: “Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens”.

Isaías 8:18: “Eis-me aqui, e os filhos que o SENHOR me deu, para sinais e para maravilhas em Israel da parte do SENHOR dos Exércitos, que habita no monte Sião”.

Um amor além de qualquer medida

Efésios 3:17-19: “E, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, 18 a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade 19 e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus”.

Qual a medida da plenitude de Deus? Qual a medida do amor de Deus? É tão infinito quanto a obra da cruz que a nossa compreensão não pode alcançar!

A cruz! O que aconteceu ali??

3º. PRECISAMOS RESTAURAR A REVELAÇÃO DO AMOR DO PAI

Apocalipse 2:4: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”

Perder a revelação do primeiro amor é uma tragédia espiritual!

Só existe arrependimento se houver restauração dessa dimensão em nossas vidas:

Apocalipse 2:5: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas”.

Como o profeta Oseias, Jesus fala a uma igreja que abandonou o amor ardente pelo Amado da nossa alma e conclama o seu povo: “volta! volta Sião! Volta! volta igreja!”.

 

MAIS ESTUDOS…

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A Fé que Prevalece – parte 2

Posted on 17 janeiro 2013 by admin

“Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 João 5:4)

1º A FÉ QUE OBEDECE

Hebreus 11:8: “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia”.

• Fé e desobediência não combinam.
• Fé e Fidelidade tem mesma raiz
• Nossa obediência não pode estar condicionada à nossa conveniência: “e partiu sem saber para onde ia”. Continue Reading

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A Fé que Prevalece – parte 01

Posted on 06 janeiro 2013 by admin

“Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 João 5:4)

INTRODUÇÃO

Muito se fala e se canta sobre fé. O termos ficou tão genérico que até perdemos o verdadeiro sentido bíblico dela. Se a fé é Continue Reading

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O poder de um toque

Posted on 26 outubro 2012 by admin

Texto: Lc 8.42b-48

“Veio por trás dele e lhe TOCOU na orla da veste, e logo se lhe estancou a hemorragia. Mas Jesus disse: Quem me TOCOU? Como todos negassem, Pedro com seus companheiros disse: Mestre, as multidões te APERTAM e te oprimem e dizes: Quem me TOCOU?. Contudo, Jesus insistiu: Alguém me TOCOU, porque senti que de mim saiu poder” [Lucas 8:44-46]

INTRODUÇÃO

Vivemos no tempo da IMPESSOALIDADE (relacionamentos frios, distantes). Os relacionamentos se tornaram um MEIO e não um FIM: nos relacionamos com alguém “por causa de…” ou “para que…”. Continue Reading

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Deixando o Cântaro

Posted on 23 setembro 2012 by admin

João 4:28: “Quanto à mulher, deixou o seu cântaro…”

INTRODUÇÃO

A maior riqueza de um homem não está naquilo que ele ganha, mas naquilo que ele perde. Muitas vezes pensamos em riqueza de caráter com base no que recebemos, mas ela tem mais a ver com aquilo que renunciamos do que com aquilo que conquistamos; tem mais a ver com o que deixamos do que com o que levamos. Continue Reading

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Fogueiras espirituais: em qual delas temos nos esquentado?

Posted on 05 agosto 2012 by admin

INTRODUÇÃO

Queremos nos referir a algumas fogueiras retratadas na Bíblia para aprendermos alguns princípios espirituais:

1º. A FOGUEIRA DO MUNDO

João 18:18: “Ora, os servos e os guardas estavam ali, tendo acendido um braseiro, por causa do frio, e aquentavam-se. Pedro estava no meio deles, aquentando-se também”.

O processo do esfriamento espiritual – Lucas 22.54-60: Continue Reading

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Da Alienação À Liberdade

Posted on 28 maio 2012 by admin

INTRODUÇÃO

Muitos confundem vida cristã com religião, mas se há algo que Cristo não veio fazer aqui foi fundar uma religião. Cristo veio para libertar-nos de tudo aquilo que nos prende.

Definitivamente a religião fracassou em tentar “religar” o homem a Deus, a si mesmo e ao outro. Continue Reading

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Rasgando os Véus

Posted on 02 maio 2012 by admin

Hebreus 9:3: “por trás do segundo véu, se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos”

INTRODUÇÃO

A palavra véu, no hebraico paroketh, significa “separação”, vindo a significar “fechar”, “barrar”. Era uma cortina que separava/ fechava a entrada para o Santo dos Santos.

Quero tomar emprestada a ideia do véu para demonstrar alguns tipos de “véus espirituais” que até hoje nos impedem de acessar algumas coisas em Deus:

1º. O VÉU DA EXIGÊNCIA DO MORALISMO Continue Reading

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